quinta-feira, 24 de março de 2011

FIAT LUX, HABEMUS FUX! - "FICHA LIMPA" - Aquela que não deveria nem ter começado.

A "FICHA LIMPA" Já começou errada, 
não se pode pretender moralizar nada atropelando a CONSTITUIÇÃO.
Quer fazer valer lei de imediato então mude a Carta Magna 
ou promova uma revolução.

Não sou contra a Lei da "Ficha Limpa" ou o nome que se dê.
Sou contra o oportunismo velhaco tentando prevalecer acima da CONSTITUIÇÃO.

Temos uma CONSTITUIÇÃO que a princípio não pode ser violada. 
Se a "moda pega" não sobra nada.
Existem emendas para modifica-la é só querer utilizar,
mas a mídia e os oportunistas de plantão fizeram uma algazarra.
Nem democracia e tampouco estado de direito funciona deste jeito.
Quando se formula uma lei é preciso respeitar regras.
Coisinha "boba" como trânsito em julgado e sentença definitiva.

A Lei "Ficha Limpa" acabou tornando-se um esbulho autoritário.
Uma caça as bruxas insana, desmedida e sem critério.
O exemplo Maluf e Erundina é exemplar:
O mesmo crime, a mesma condenação,
um foi impedido a outra não.

Não é uma questão de beneficiar o infrator e sim o de proteger o inocente.

Não podemos fraudar a CONSTITUIÇÃO alegando que a "Lei é Boa".
Não existe crime que justifique outro

Quando Eros Grau antecipou sua aposentadoria fiquei preocupado.
Meu mestre era correto até quando errava, Fux dá conta do recado.

Embora ainda seja cedo para uma avaliação precisa e sensata
e assim como todo humano é passível de posições maleáveis.
O início de Fux agrada, pelo motivo de seguir a regra de que:
"o direito não pode estar acima da CONSTITUIÇÃO".

A "pá de cal" na "Ficha Limpa" acabou de vez
com o terrorismo instaurado pelos MPE's e TRE's
interferindo em outro poder autônomo e soberano.

O que a mídia (bem paga), escondeu é que por pior que sejam
os representantes do Legislativo e Executivo:
ELES FORAM ELEITOS, e respeitando a soberania por eles serão julgados.

O que se seguiu na inconstitucional aplicação da "Ficha Limpa",
foi uma "cambada" de NÃO ELEITOS (MPE's, TRE's e OAB's)
tutelando a nação e escalando seus preferidos.
Nada Mais Que Isto.

A Lei da "Ficha Limpa" não caiu, continua valendo
mas para as próximas eleições e com regras claras.

Não se pode excluir ninguém que já pagou pelo que fez,
é a regeneração e o nome disso é "reintegração social".

Não se pode impedir candidatura sem condenação definitiva
e trânsito em julgado. Quem isto admite é adepto de chacina.

A iniciativa popular continua válida e (espero) ativa,
o que não se pode permitir é que ao redigir a lei
"demagogos de carteirinha" a maculem e tentem
impo-la de "afogadilho" para fazer "papel de mocinho".

Embora 6 a 5 pareça ser um resultado "mixuruco", Não Foi.

Esta mesma indecência inconstitucional foi utilizada por "FHC"
quando comprou (e pagou) a re-eleição no Congresso.

Ele não poderia no seu mandato ser candidato,
naquela época a mídia silenciou
e o Supremo ficou "de quatro".

STF melhorou e muito!
 
CãRiùá - TaTaRaNa

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"Mínimo Salário"

A questão do salário mínimo neste País sempre foi pedestal para hipocrisia.
A "briga" pela diferença de R$545 para R$560 é pura demagogia.

O salário mínimo só serve de índice para o custo de vida, não ajuda classe alguma. O que "ferra" o trabalhador é o "imposto sobre a vida".

A pouco tempo atrás o salário mínimo era menos de 100 (CEM) dólares, hoje é de 300 (TREZENTOS), mas o governo continua "mordendo" no imposto de renda.

O salário mínimo seja qual índice influi na básica cesta, não pelo valor mas pela carga tributária imposta ao empresário e ao trabalhador.

Melhorar a vida do cidadão independe de salário e sim o ajuste do imposto de renda, parando de "meter a mão na "grana" de quem menos ganha.

Em 2000 o dólar era R$1,78 e salário mínimo R$151,00. Hoje em 2011 é R$ 1,70 contra R$ 545,00. Mas o imposto que sustenta a máquina continua o mesmo.

Acaba pendenga salarial, tributando renda pelo topo. 60% acima de 100 salários, 45% acima de 50 salários, 30% acima de 25 salários, 15% acima de 10  salários, 7,5% acima de 5 salários e abaixo isento.

Basta Querer.


CãRiùá - TaTaRaNa

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Luiz Flávio Borges D'Urso - De Inimigo do Estado a Assassino da Expressão.

O continuista presidente da oab de São Paulo (1), adora um holofote, 
não importando-se que para isto utilize de recursos ilícitos para atingir seus objetivos.

O patrono do fracassado movimento cansei  (uma espécie de fora lula da elite), 
após apropriar-se da comoção da tragédia ocorrida com a empresa aérea tam para tentar criar um cenário 
de instabilidade política e jurídica (2), volta-se agora contra a maior das Liberdades: O Direito a Expressão.

Em artigo (sic), publicado na folha de São Paulo em 25/09/10
 intitulado:
"NA DEMOCRACIA, A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DEVE TER LIMITES?", com a complacência da mídia, 
Luiz Flávio Borges D'Urso para tentar justificar o ato canalha de tentar censurar uma obra artística, afirma:

"A  nossa Constituição Federal acertadamente proíbe a censura, mas a ausência de censura não implica em ausência de limites legais ou liberdade absoluta para tudo. Não se pode sob o manto da obra de arte, colocar-se acima da lei." 

Quais os LIMITES LEGAIS ou QUAL LEI  o "douto" faz referência?!
Não as coloca pois elas não existem, porém de maneira leviana e eloqüente tenta iludir o leitor.

E segue:

"Explico. A liberdade de expressão em seu processo criativo não pode ter qualquer tipo de limite, enquanto na esfera privada, mas a exibição pública do resultado dessa liberdade de expressão tem que respeitar os limites da lei.

Exemplificando, fica fácil entender e aceitar isso, quando se verifica que não se permite a exibição de filmes pornográficos, com cenas de sexo explícito  pela televisão, em canal aberto, durante as tardes. Aqui, inegavelmente há limitação na exibição da obra cinematográfica."

Evidentemente qualquer pessoa por menos familiarizada que esteja com o idioma pátrio, 
percebe a má-fé de Luiz Flávio Borges D'Urso, ao tentar justificar  seu pedido de CENSURA PRÉVIA, comparando-o com um sistema classificatório de exibição e alegando que a lei impõe limites. 
A lei não impõe nada! Ela classifica. São Coisas absolutamente diferentes.

E continua:

"Vou mais longe. A ofensa irrogada contra alguém pode ensejar crime e punição ao autor. Caso o autor repita a ofensa em versos,  nada muda. A forma poética não fará com que a ofensa seja mitigada ou desapareça."

Tirante o horrível e absurdo pleonasmo (3), o contraditório presidente da oab paulista reconhece que 
a lei já oferece mecanismos de punição a qualquer ofensa, mas omite que isto é uma demanda 
após o fato concretizado e não no pré-julgamento do feito.

Prossegue:

"Há peças teatrais que são exibidas em salas fechadas,  teatros, nos quais não se permite a entrada de crianças. Ora, não é porque se trata de arte cênica  que  poderia ser exibida em praça pública, também para crianças."

Mais uma vez Luiz Flávio Borges D'Urso; escorando-se na redundância, tenta desviar o conteúdo criminoso 
de sua "marcha" pela Censura Prévia, usando como exemplo o recurso da exibição classificatória. 
Acreditando provavelmente que o leitor seja um idiota.

completa:


"Insisto  que, caso um pintor, conceba uma tela, na qual seja retratada a mãe de alguém, nua, inserida num bacanal, num prostíbulo, embora esse pintor  possa concretizar essa obra, não lhe será permitido, impunemente, exibí-la publicamente. Isso não tem nada a ver com censura."


Tentando manipular incautos e distraídos  leitores a afirmação de Luiz Flávio Borges D'Urso, é falsa e leviana, pois será permitido sim a exibição publica, não há como... é Cláusula Pétrea. O que ocorre é que o autor de "suposta" obra agressiva a outrem responderá a lei pelos seus atos,  após o feito concretizado. Até rábula sabe disto.


justifica:


"Aliás,  é bom que se lembre àqueles que bradam pela liberdade de expressão  sem limites, que devem respeitar, em nome dessa mesma liberdade que defendem, o direito da opinião contrária. Tenho visto manifestações de alguns poucos que asseveram que estou errado, desqualificando-me, negando-me o direito de opinar, debochando dos argumentos e decretando que qualquer opinião contrária a sua é censura.  Esse debate é menor e não merece resposta."


Luiz Flávio Borges D'Urso mais uma vez (é  hábito seu), tenta transferir a responsabilidade a outrem. (4)
Ora a sociedade afirmou com segurança a sua intenção criminosa de instituir a CENSURA PRÉVIA.  
Não foi-lhe negado em momento algum o direito de opinar e  nem teria como sendo que o mesmo ingressou através de sua entidade sem consulta alguma com uma ação com a intenção notória 
de PROIBIR A EXPRESSÃO DE OBRA ALHEIA.

finaliza:

"Por entender que a Bienal de São Paulo é um espaço que recebe um público de massa, estima-se nessa edição 1 milhão de visitantes, especialmente jovens em formação, entendo que a série “Inimigos” não deveria integrar essa Mostra, por fazer apologia ao crime, atacar a dignidade dos representados e atentar contra as instituições democráticas, representada  pelo  presidente da República, entre outras figuras públicas internacionais, como o Papa Bento XVI."


Luiz Flávio Borges D'Urso deve saber que apologia ao crime é uma entidade que "finge" preservar o direito, não manifestar-se contra a presença de Ari Pargendler a frente do Superior Tribunal de Justiça.

Atacar a dignidade de representados é omitir-se frente a campanha sórdida realizada pelo promotor (sic) 
Maurício Antonio Ribeiro Lopes contra um cidadão eleito Francisco Everardo Oliveira da Silva,  o Tiririca.

Atentar contra instituições democráticas é fomentar movimentos elitistas como o "cansei" 
contra o estado de direito para alcançar privilégios tais como os tribunais de Pequenas Causas em aeroportos destinados a tratar de assuntos da elite usuária de avião, enquanto as rodoviárias, as escolas e hospitais não recebem NENHUMA assistência jurídica do estado.

conclama:

"Urge, portanto, realizarmos uma  ampla discussão sobre os limites da liberdade de expressão  no Brasil diante  de obras que deseducam e pregam a intolerância aos direitos humanos. Enquanto isso, o tema já foi encaminhado ao Ministério Público paulista para verificar a questão da apologia ao crime. Podem discordar de minha posição, mas não serei omisso em temas que tocam a defesa da cidadania e da democracia."

Não há o que ser discutido sobre
os limites da liberdade de expressão no Brasil ou em qualquer lugar.
Expressão Com Limite é Vôo de Pássaro Sem Asa.

Não há o que discordar da posição biltre de Luiz Flávio Borges D'Urso acompanhado do apoio infame 
da presidente do IASP - Instituto dos Advogados de São Paulo.de Ivette Senise Ferreira:
"A liberdade de expressão não é um princípio absoluto, sendo limitado pela salvaguarda da ordem social",
O estado democrático permite que sejam expressas idéias por mais insanas ou fascistas que sejam. 
É Isto Que Defendo.

Fariam melhor estes dois na sua incansável militância, que apresentassem NOTA PÚBLICA e OFICIASSEM 
o Senado Federal, a Procuradoria da República e o Ministério Público Federal,
sobre a continuidade do abjeto ARI PARGENDLER a frente do Superior Tribunal de Justiça. 
Mas isto dá trabalho 

A razão deste artigo nesta data e não na época da publicação, (durante o período do concurso eleitoral),
é que o Brasil sofre de um problema crônico de falta de memória e um agudo de "deixa-para-la-ismo",
acontece que a extrema direita nunca dorme e está sempre de prontidão para "proteger nossas liberdades".
É primordial que não nos esqueçamos disto.


CãRiùá TaTaRaNa



NoTaS:

 
1) está no terceiro mandato, de uma entidade privada que recebe "pasmem" 
porcentagem sobre processos do Poder judiciário.

2) movimento elitista cujo o objetivo era garantir mais regalias aos usuários de avião criando o "caos aéreo". Porquanto que nos
portos fluviais, estações rodoviárias e ferroviárias tudo estava na mais perfeita ordem.

 
3) não é possível irrogar contra, é à ou sobre alguém.
 
4) exemplo acabado disto foi quando o malogrado "cansei"  foi transformado em "cansamos". 

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A LULA Só Posso Dizer... Muito Obrigado!

Por ter feito um governo razoável, 
mas muito... muito superior a de seus antecessores.

Por não ceder ao discurso oportunista dos que diziam "FiCa!"

Por ter provado que qualquer um:
intelectual ou operário, acadêmico ou com nível secundário pode dirigir o País. 
Bastando Determinação, Lucidez e "Faro".

Por ter continuado autêntico,
como deve ser e agir um líder de fato.

Por ter mostrado ao mundo
que esta Nação não é província e nem "fica de quatro".

Por ter falado a língua do povo
e não ter fugido de confrontos com
Nhem, Nhem, Nhens e Blá, Blá, Blás.

Por não ter recuado na defesa da democracia,
mesmo enfrentando um congresso omisso, um judiciário medonho,
uma oposição medíocre e o "apoio" de setores de seu partido e de "aliados".

E acima de tudo por ter tido o bom senso
de não destruir a política econômica do governo anterior,
mas aperfeiçoa-la e adotando uma nova estratégia:
A de retirar do ostracismo milhões de miseráveis.


Por isso tudo...

Muito Obrigado!

Mesmo!

CãRiùá TaTaRaNa

 NoTa:

O País não está bom, mas está melhor.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Nome aos "bois".

Resolução não é lei, é ato que regula a aplicação de uma determinada.

Só o incompetente do ministério público eleitoral do distrito federal e o desqualificado tribunal regional eleitoral da capital federal "parecem" não saber disto.

Tanto mpe-df como tre-df fizeram uma criminosa leviandade com partido da causa operária (agremiação pela qual não nutro nenhuma simpatia, o máximo de contato que tive com o trotskismo, foi com as meninas da "libelu", quando na adolescência exercitava o machismo), ou "pco" cassando seu registro.

Brasil é uma Federação e os partidos são nacionais (nanicos ou não), nem mpe-df ou tre-df possuem competência para cassar registro de quem quer que seja e muito menos o tribunal superior eleitoral detém prerrogativa de estabelecer regras sem passar pelo crivo do parlamento.

Fico enfurecido com a covardia do congresso da combalida "democracia à brasileira", que insiste em ficar de quatro diante de cada violência cometida pelos mpe's e tre's contra partidos pequeno ou "nanicos".

Eleição (mesmo esta farsa publicitária obrigatória), deve ser PLURAL e TODOS os segmentos da sociedade devem ser representados.

Somente ao congresso cabe a prerrogativa de legislar. Ponto!

Cãriùá - TaTaRaNa


sexta-feira, 30 de julho de 2010

A NOVELA GLOBAL DE CISSA GUIMARÃES.


 
O título é proposital, uma homenagem aos que correm atrás de notícias espetaculares e manchetes espalhafatosas.
 
A morte de Rafael Mascarenhas foi mais um dos inúmeros casos de arbitrariedade e conivência policial sendo o estado é o maior responsável pelo ocorrido. 
Fruto de um congresso fútil, um executivo frouxo e judiciário torpe.
 
Pouco tempo antes atrocidade cometida contra o filho da atriz, a mesma polícia do Rio de Janeiro assassinara Wesley Rodrigues de Oliveira em uma escola da periferia carioca(1), enquanto a vitima assistia aula. A mídia mais uma vez suavizou(2) o fato, utilizando o eufemismo de bala perdida, enquanto o algozes e atrozes funcionários da segurança pública praticavam "tiro-ao-alvo".
 
A polícia Fluminense é uma "bagunça" e não é de hoje, é surpreendente que a sociedade ainda resista e sobreviva.
 
A mais de dois anos atrás quando o guri João Roberto Amaral, com três anos foi metralhado em um veículo estacionado na capital do estado.
Alertei quem quer que fosse sobre a falta de comando da corporação carioca.
 
Pouco mais de um ano depois Evandro João da Silva, morre por falta de socorro em virtude da omissão dos policias militares, que flagraram a ação criminosa liberaram o marginal e ainda assaltaram o moribundo.
 
O caso do diretor do afroreggae e o do filho da atriz são similares e emblemáticos.
Tal qual a produção de uma tragédia da casa de criação global, alteram-se as personagens, mas a trama permanece a mesma.
 
Nos dois casos a polícia foi conivente com a ação criminosa (visando auferir ganho pecuniário) e omitiu-se de prestar socorro aos agredidos, que feridos vieram a falecer.
 
Agora surgem os eternos debilóides de plantão, "espantados", "assustados", "indignados" e outros não menos débeis querem inculpar o jovem pela pratica do esporte (em local e horário permitidos), argumento de gente covarde que não só teme colocar-se em risco, mas morre de medo do "poder" estabelecido(3).
 
O mais deprimente é ouvir a mesma ladainha repetitiva de "que se não fosse diretor de tal ou filho de fulana de qual nada seria feito".
Isto é nojento. Serve só para desviar o"foco"(4), do acontecimento,  desviando a atenção da população do que interessa de fato. A apuração e a punição dos culpados.
 
Em todos estes casos a polícia militar(5), é a culpada. Para não repetir-se o ocorrido, é somente aplicar a lei e trancafia-los.(6).
 
Repito temos de ter HORROR A CRUELDADE!.
 
CãRiùá TaTaRaNa
 
1) Que alguns imbecis querem tornar integral, afirmando que as crianças precisam ser retiradas das ruas para ficarem seguras e não vitimas da marginalidade. 
2) Quando pode ela acoberta. No caso de bruno "picadinho", isto é claro, não existe celebridade neste País, mais assediada do que jogador de futebol, ainda mais de uma equipe de elite. Acreditar que os plantonistas da mídia, que faziam a cobertura diária desconheciam o que estava acontecendo e muita ingenuidade.
3) Os orgão que "zelam" pela nossa segurança e direitos acreditam, serem inimputáveis.
4) Utilizando o jargão em voga.
5) Esta mesma organização que cerra trincheira defronte ao congresso, querendo um absurdo aumento de piso salarial equiparado a de Brasília, que é bonitinha,
mas também não vale-nada. Tentando auferir ganhos superior ao de médicos, enfermeiros, professores e até lixeiros, muito mais necessários a população.
6) Se possível jogando a chave fora.
 
Nota: Mesmo quando a polícia age corretamente o judiciário entra em cena para perpetuar a injustiça.
O marginal paulo cesar timponi, meliante já condenado por tráfico de drogas, assassinou em uma via de Brasília três pessoas. Fugiu, mas foi capturado. A delegacia cumpriu todos os procedimentos legais para livrar a sociedade deste indivíduo.
Ai....! sandra de santis (aquela notória servidora pública que desempenha a função de juíza e para quem colocar fogo em nativo é brincadeira, mesmo causando-lhe a morte.), na sua função de desembargadora (sim, ela foi promovida mesmo após a sua no caso do Pataxó Galdino), libertou o meliante paulo cesar timponi, não uma, mas duas vezes, para que ele respondesse em liberdade.
Mesmo o criminoso não sendo réu primário e ainda desclassificou o dolo considerando como "apenas" um delito de trânsito.
 
Não é Bacaninha!
 
 
 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

"U PADI."

 
E lá tá o matuto com sua "painha" em riba do tronco da cancela admirando a pastagem; quando se aproxima o padre, todo altivo, com a postura empedernida contrariando sua crença.
 
"Salve!"  
- Diz o servo do senhor, ao que atendido com um aceno da cabeça.
 
"Soube irmão, que não acreditas em deus?"
- Indaga o homem vestido de bata.
 
"Num tem pur qui sim o qui não."
-Responde o capiau rolando a palha na mão..
 
"Mas tu não sabes o herege; que foi deus que criou todas as coisas, que nos protege e está em todos os lugares por ser onipresente e onisciente."
- Exclama inflamado o representante do pontificado.
 
"Uvi fala... "
- Responde sossegado o homem com a palha na boca.
 
Ao que retruca o cidadão com a bíblia na mão - :
"E mesmo assim ainda não acreditas?"
 
"Oia seo padi... o seu deus parece se um homi muito ocupado. Intão perfiro acredita no otro."
- Diz o matuto em tom cerimonioso.
 
"Outro Quem o Ser em Pecaminoso?!"
- Replica o moço com o terço no pescoço.
 
"Ora u qui é a sua imagi i semeiança, uai!"
 
 
CãRiùá TaTaRaNa

"MIA FIA"

quarta-feira, 28 de julho de 2010

"Em Defesa do Voto Obrigatório!"(sic)

 
Em recente artigo isabel lustosa saiu em defesa do famigerado voto obrigatório. Uma das explanações mais levianas que já li nos últimos anos.

A "douta"(sic), busca fazer paralelo entre a obrigação do voto e vacina obrigatória. Uma coisa é o
pinião e outra é prevenção.

Outra comparação ridícula de isabel lustosa é a lei sobre o patrimônio histórico e o voto obrigatório. Uma é mercadoria e outra é cidadania.

Diz que o voto deve ser obrigatório assim como educação é obrigatória. Esquece a "ilustre" que não adianta se não há escola.

A "coleguinha" tenta distorcer fatos e a história o maquiando com falsa erudição. Rebento da ditadura travestida de esquerda.

Exemplos para isabel lustosa , viver deve(ria) ser obrigatório, sem risco de ser eliminado por pimenta neves, timponi ou bruno "picadinho".

O voto defendido por ela transforma os candidatos; em mercadorias expostos nas prateleiras, quem tiver o melhor anuncio, vende.

O escárnio do voto à isabel lustosa chega a tal que candidatos ocupam-se em debater o que está na mídia. Copa, Olimpiada, Farc, Colômbia...

Com o voto no modelo dela, o eleitor é obrigado a escolher entre o péssimo e o horrível, a melhor musiquinha, fotografia e etc.

Inclusive porque votar nulo ou branco, não trás mudança nenhuma no quadro político, deveria. E isabel lustosa sabe, mas finge que não.

Finge não saber isabel lustosa, mas o voto obrigatório elegeu, collor, roriz, arruda, pita, barbalho... a custa de muita maquiagem e publicidade.

Só com voto facultativo e distrital, contrário ao do apregoado por isabel lustosa é que o discurso é elevado, no corpo a corpo entre o candidato e o eleitor. Se não ele não vai...
 
 
Cãriùá - TaTaRaNa
 

terça-feira, 27 de julho de 2010

Essa tal democracia...


O judiciário da "democracia à brasileira" com a implantação dos tribunais de pequenas causas em aeroportos, oficializou a divisão da sociedade em castas.
 
Contamos agora "graças" a atitude criminosa do judiciário da "democracia à brasileira" DUAS categorias, a minoria que toma avião e o resto da população.
 
Escolas Continuam Precárias, Hospitais Permanecem Abandonados, mas para o judiciário da "democracia à brasileira" a elite que utiliza avião é a grande "prejudicada".
 
A pressão para instalação dos "juizados especiais" em aeroportos, veio de dentro do congresso, do judiciário e do empresariado abastado  em detrimento da população.
 
A elite do judiciário, do congresso e do empresariado não anda de ônibus, na ausência de avião faz translado com carro alugado e motorista.
 
O Brasil é um País rodoviário e os terminais estão em um estado lastimável, falta ônibus, estrada e o banheiro é pago. Mas para o judiciário o "caos" é somente aeroviário.
 
Na rodoviária de Brasília é proibida venda de bebida alcoólica, já no aeroporto a "cachaça" é liberada. É a diferença entre elite aeroviária e plebe rodoviária.
 
Apesar da atitude delituosa do judiciário da "democracia à brasileira", NENHUM dos três midiáticos candidatos Dilma Serra ou Marina, vulgos @dilmabr @silva_marina @joseserra_ emitiram palavra sobre a questão. Mas continuam "twitando".
 
A Organização dos Achacadores do Brasil, conhecida como OAB, sempre atenta a seus interesses corporativistas, não manifestou silaba sequer sobre o crime cometido pelo judiciário da nossa combalida "democracia à brasileira".
 
Enquanto a plebe rodoviária vai sendo discriminada pelo judiciário desta "democracia à brasileira", os "twiteiros" @dilmabr @silva_marina @joseserra_ , a alcunha dos  candidatos midiáticos Serra, Dilma e Marina, vão debatendo importantíssimos assuntos como olimpíadas, copa... enquanto a nação afunda.
 
Não houve nota na mídia sobre o crime cometido pelo judiciário da "democracia à brasileira" contra a constituição. Não é questão partidária então não "repercute".
 
A única manifestação recente de um congressista sobre o sistema de transporte foi de Álvaro dias sob o pseudônimo de @alvarodias_ no "tuite", reclamando ter ficado "preso" 50 minutos no aeroporto.
Justo um senador a quem cabe a prerrogativa exclusiva de fiscalizar, julgar e punir o poder judiciário na "democracia à brasileira".
 
Tribunal de Pequenas Causas é destinado a facilitar o acesso da população carente na defesa de seus direito e não posto de reclamação da elite abastada, para isso tem o decon, o procon...
 
Criou-se na "democracia à brasileira" uma sociedade canalha, conivente com um judiciário que arroga contra a lei, o direito de legislador e executor, que não lhe cabe.
 
O criminoso ato do poder judiciário da "democracia à brasileira" com a instalação de juizados especiais e tribunais de pequenas causas em aeroportos é uma escarrada na constituição e isto dá nojo.
 
O fato é que estamos (por omissão), restaurando na "democracia à brasileira" o imperial "poder moderador" criando o conceito de Justiça Para Poucos. 
 
Pedro o primeiro; criou no império nem tão "à brasileira", o poder moderador. E exercia-o absolutamente sobre os outros três. O atual judiciário da atual "democracia à brasileira" está ressuscitando-o em seu próprio benefício.
 
Haja S...
 
CãRiùá TaTaRaNa